Eno, eno, eno...
Cuidar do que é realmente pequeno,
ao necessário fazer um aceno.
Aos poucos profundamente reordeno,
não me tornar meu próprio veneno.
Ir além do meramente terreno,
manter-me sempre calmo e sereno.
Sustentar um clima mais ameno,
com paciência tudo concateno.
O meu passado não mais condeno,
novas perspectivas eu armazeno.
A mudança interior coordeno,
lentamente me torno mais pleno.
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