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Docência

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Para ser professor é preciso muito amor, buscar ser um autêntico formador, diversas barreiras necessário é transpor. Processo de crescimento, forma de desenvolvimento, a educação é um empreendimento. A si mesmo é preciso educar, para a vida do outro transformar, e a realidade poder influenciar. Ao se tornar um docente, a pessoa tem muitos planos em mente, construir conhecimento é inerente. A pandemia complicou a realidade, em sala de aula encontramos dificuldade, mas podemos superar tudo em comunidade. Ser professor é difícil, mas gratificante, investir no próximo é edificante, permite uma existência marcante.

historiador

aquele que visita o passado sem deixar o seu presente de lado procura ir além do pensamento quadrado refletir de modo mais adequado pensar e repensar, pesquisar e analisar de assuntos diversos sempre a tratar busca todas as temporalidades entender relações entre o homem e o tempo conceber causas e consequências perceber ir além daquilo que aparenta ser uma atividade muito dura para gente realmente madura história estudar e pesquisar é um viajante no tempo se tornar as relações humanas interpretar em diversos aspectos a vida analisar historicizar é preciso realizar um trabalho conciso trata-se de uma verdadeira aventura a qual pela eternidade perdura e que exige certa compostura com muita desenvoltura

perdido na teia

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me sinto em uma teia de aranha envolvido por uma vivência estranha perdido em meio à montanha antes eu pensava o mundo controlar mas a pandemia veio me revelar que nem sei quando volto à ensinar na escola sou professor na vida um aluno promissor da esperança um defensor mas há horas que pareço um impostor o caminho está incerto muitas direções há por perto é difícil saber o que fazer ao certo

A largada foi dada

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Depois de doze anos entre o ensino fundamental e o médio, somado há quatro anos de graduação em História, enfim consegui o meu primeiro dia de trabalho. Sou professor eventual em uma pequena cidade ao lado da minha, na única escola estadual que ela possui. Foi tudo muito rápido. Na quinta-feira deixei o meu contato na escola, na sexta-feira me deram um retorno positivo e uma lista de documentos a serem levados no início da semana seguinte. Na segunda-feira entreguei todos os documentos, assinei os papéis. Contrato fechado. Terça-feira, 18 de fevereiro, eu nunca tinha lecionado (além dos estágios obrigatórios da graduação) e tive de trabalhar nada mais nada menos do que substituindo em dez aulas. Saldo do meu primeiro dia: voz rouca e corpo doendo. Fiquei muito cansado, confesso. É uma situação que ainda não sei bem descrever. Ainda inusitado para mim. Em um primeiro momento, me senti meio frustrado, por não ter atingido os meus objetivos (das dez aulas, apenas três f...

Em busca de um lugar no mundo...

Recém-licenciado em História. Primeira atribuição de aulas do ano. Muitos professores formandos e especializados buscando turmas para lecionar. Muito calor. Poucos lugares para sentar-se. Baixas expectativas de conseguir emprego. Isso que ainda nem tratei dos níveis salariais e das condições de serviço, nada animadoras. O que move o professor é a possibilidade de o mundo pela educação transformar, porque se toda está situação fosse levada em real consideração, logo desistia de sua profissão. Há opções que exigem bem menos esforço, com retorno mais significativo. Quando pego a refletir o que me levou a escolher essa profissão, lembro como os meus professores me encantavam na escola e, de diversas maneiras, me auxiliavam a ser um ser humano um pouco melhor.  Muito mais do que conhecimentos acadêmicos. Laços de amizade, formação humana, interação social, tudo isso a escola propícia ao aluno. O professor possui papel central nesse processo. Esses aspectos me motivaram muito em minh...

Mais um dia dos professores...

Já faz alguns anos, desde o tempo no qual eu era estudante do Ensino Fundamental em uma escola estadual da minha cidade, que sempre nutria em mim uma certa paixão pela docência, pelo ensino. Com o passar dos anos, conclui os estudos no Ensino Médio e fui aprovado em um vestibular para o curso de licenciatura em História. É engraçado lembrar desses fatos... Dos sete anos em que estudei naquela escola em seis deles tive aulas com a mesma professora de História a qual veio a falecer no mesmo ano em que ingressei na Universidade, instituição responsável pela formação dela também. Ela era uma pessoa que eu admirava muito não apenas pela alta qualidade das aulas, mas também por causa do ser humano que ela era. Estava sempre alegre, otimista, gostava muito da profissão que escolhera para si, chegara inclusive a investir recursos próprios para oferecer um bom ensino. Tudo isso sempre me encantou muito e talvez tenha me tornado uma pessoa um pouco utópica naquela época e até os dias de hoje...