Desafios...
Os desafios estão sempre em frente, por vezes cala-se a própria mente, há casos em que o corpo até consente, é difícil se manter realmente consciente. A fragmentação se apresenta constantemente, tem questão que se mostra inconsequente. O cansaço parece permanente, algum desânimo se torna recorrente. Preocupação em ser insuficiente, é cômodo e incômodo seguir a corrente. Medo de ser uma pessoa incoerente, o estado de alerta se torna inerente. A esperança se mantém insipiente, do contexto tenta-se ser um pouco independente. Lentamente sustentando um agir prudente, no possível contrariando o sistema vigente. Por vezes a solitude se torna muito presente, mas sustentado no Eterno nada é ausente. De algum modo o renovo se torna convergente, de fé em fé se equilibra em meio ao divergente.