Desafios...


Os desafios estão sempre em frente, 
por vezes cala-se a própria mente,
há casos em que o corpo até consente,
é difícil se manter realmente consciente. 

A fragmentação se apresenta constantemente, 
tem questão que se mostra inconsequente.
O cansaço parece permanente,
algum desânimo se torna recorrente.

Preocupação em ser insuficiente,
é cômodo e incômodo seguir a corrente.
Medo de ser uma pessoa incoerente,
o estado de alerta se torna inerente.

A esperança se mantém insipiente,
do contexto tenta-se ser um pouco independente.
Lentamente sustentando um agir prudente,
no possível contrariando o sistema vigente.
 
Por vezes a solitude se torna muito presente,
mas sustentado no Eterno nada é ausente.
De algum modo o renovo se torna convergente,
de fé em fé se equilibra em meio ao divergente.

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